Movimentações do Vasco no mercado sul-americano colocam em xeque os planos do Flamengo pela contratação do meia argentino Thiago Almada.
A intensa disputa entre Flamengo e River Plate pela contratação de Thiago Almada ganhou um elemento inesperado: o Vasco da Gama. O clube de São Januário avançou nas tratativas pelo atacante Facundo Colidio, em uma operação avaliada em 5 milhões de dólares, aproximadamente R$ 25,5 milhões.
O desfecho desta negociação pode ser o fiel da balança para que a equipe argentina consiga, finalmente, avançar pelo meia que atua no futebol espanhol.
O efeito cascata no mercado argentino
O entrave para o River Plate é burocrático e financeiro. Com a janela de transferências fechada para chegadas de atletas estrangeiros, o clube de Buenos Aires depende da saída de jogadores do elenco atual para abrir vaga e fluxo de caixa.
Ao negociar Colidio com o Vasco, o River obtém o espaço orçamentário necessário para formalizar uma investida pesada por Thiago Almada, complicando a vida do Rubro-Negro.
Enquanto isso, a cúpula do Flamengo tenta manter o controle da situação. O diretor de futebol, José Boto, está em solo argentino conduzindo negociações diretas com o staff do atleta, buscando acelerar o processo.
O clube carioca trabalha com o prazo limite de 11 de setembro, data em que encerra a janela de transferências internacionais, para concretizar o negócio.
Plano B já está na mira da diretoria
Ciente da complexidade das tratativas e da concorrência, o Departamento de Futebol do Mais Querido já possui uma alternativa estratégica caso o sonho de contar com o meia argentino não se concretize.
O atacante Luiz Henrique, atualmente no Zenit (RUS), é o principal alvo do plano B. O clube estuda uma oferta que pode chegar aos 30 milhões de euros, cerca de R$ 177 milhões, pelo ponta brasileiro.
A expectativa é que os próximos dias sejam decisivos. Com Thiago Almada de volta aos treinamentos na Espanha, o clima nos bastidores do Flamengo é de apreensão e foco total em fechar o elenco para o restante da temporada.
A diretoria busca evitar que a interferência indireta do rival carioca seja o fator determinante para o fracasso da negociação mais aguardada pelos torcedores.















