O presidente do Vitória, Fábio Mota, citou o Flamengo ao criticar a arbitragem após a goleada sofrida para o Palmeiras, gerando debates sobre o histórico de decisões em campo.
A derrota do Vitória por 4 a 0 para o Palmeiras, na última quarta-feira (29), ainda repercute nos bastidores do futebol nacional. Além do placar elástico, o desempenho do árbitro Alex Gomes Stefano e da equipe de vídeo (VAR) se tornou o epicentro de uma crise política no clube baiano. O presidente do Leão, Fábio Mota, não poupou críticas à condução da partida, especialmente após um lance físico envolvendo o atleta Cacá.
O dirigente manifestou revolta pelo fato de o jogador ter sofrido uma cotovelada que resultou em cinco pontos no queixo, sem que o agressor recebesse o cartão vermelho. Ao tentar dimensionar sua indignação com o nível das decisões arbitrais, Mota buscou referências em episódios passados, citando o Rubro-Negro carioca como exemplo de situações que, segundo ele, o clube já estaria acostumado a enfrentar.
Polêmica e resposta sobre o Flamengo
A menção ao Flamengo feita pelo mandatário do Vitória foi prontamente refutada pela Equipe M360. A análise sobre o histórico entre as equipes mostra que a comparação carece de fundamento, uma vez que as vitórias flamenguistas nos confrontos recentes ocorreram dentro das normas esportivas, sem que episódios de polêmicas de arbitragem manchem a legitimidade dos placares obtidos na temporada anterior.
“Passamos por isso no ano passado com o Flamengo, estamos acostumados”
Medidas formais e pressão no Barradão
O Vitória, que teve dois jogadores expulsos durante o confronto no estádio do Barradão, confirmou que não ficará inerte diante dos fatos. O clube prepara uma nota oficial de repúdio e uma representação formal junto à CBF para contestar o protocolo adotado pela arbitragem. A pressão sobre a diretoria e a comissão técnica aumenta, dado o momento delicado que o time atravessa na tabela de classificação do Campeonato Brasileiro.
O clima é de apreensão para os próximos compromissos do Rubro-Negro baiano. Com a diretoria focada nos bastidores e na tentativa de buscar justiça desportiva, o elenco precisa encontrar equilíbrio psicológico para superar o revés recente e evitar que a crise se aprofunde no decorrer das rodadas decisivas da competição nacional.










