O presidente da Fifa, Gianni Infantino, garantiu que o mandatário dos Estados Unidos, Donald Trump, estará presente na grande final da Copa do Mundo para entregar o troféu.
A expectativa em torno da decisão da Copa do Mundo acaba de ganhar um capítulo político importante. Após gerar dúvidas devido à sua ausência na cerimônia de abertura em Los Angeles, o presidente americano, Donald Trump, foi confirmado pelo próprio comando da Fifa como presença garantida no encerramento do maior torneio de seleções do planeta.
O anúncio foi feito nesta terça-feira (23) por Gianni Infantino, durante uma entrevista à emissora Fox News. A presença de um chefe de estado na entrega da taça é um protocolo de prestígio, e o dirigente da entidade máxima do futebol fez questão de enfatizar a parceria entre os dois durante a reta final da competição.
A confirmação oficial e os bastidores
A fala de Infantino não deixou margem para interpretações dúbias sobre a participação do líder norte-americano no evento decisivo. O mandatário da Fifa destacou a sintonia entre ambos, reforçando o peso institucional que a presença de Trump trará para o espetáculo.
“Estaremos juntos, eu e o presidente [Trump], aproveitando a final e entregaremos o troféu ao vencedor juntos, é claro. (…) Estamos juntos o tempo todo”, afirmou Infantino.
Embora o governo dos Estados Unidos ainda não tenha emitido uma nota oficial ratificando a agenda, o perfil oficial da Casa Branca na rede social X compartilhou o trecho da declaração, acompanhando o vídeo com um emoji sugestivo, o que indica que o plano está, de fato, em curso.
Um palco para o campeão
A ausência de Donald Trump no jogo de estreia entre EUA e Paraguai havia criado um clima de especulação na imprensa internacional. Havia quem temesse que o presidente evitasse grandes eventos esportivos para fugir de possíveis manifestações populares, como as que ocorreram em aparições anteriores. Contudo, a Fifa parece determinada a contar com o apoio oficial do anfitrião no dia 19 de julho.
O palco da decisão será o imponente MetLife Stadium, em Nova Jérsei. Enquanto a bola ainda rola pela fase de grupos e as seleções brigam por uma vaga na fase mata-mata, o protocolo para a grande final já começa a ser desenhado. Resta saber quais serão os dois países que terão a honra de receber a premiação das mãos do presidente americano e do chefe da Fifa diante de milhões de espectadores ao redor do globo.










