Bap, do Flamengo, causa polêmica ao usar casaco do clube em velório no Fluminense
Um gesto do presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista, mais conhecido como Bap, durante o velório de Paulo Angioni, ex-diretor de futebol do Fluminense e com passagem pelo clube rubro-negro, gerou forte repercussão e revolta nas redes sociais. O incidente ocorreu no último domingo (13), na sede do clube das Laranjeiras, onde o dirigente do Fla compareceu vestindo um casaco que remetia à terceira camisa do Flamengo.
Revolta nas Redes Sociais
A atitude de Bap foi interpretada por muitos torcedores tricolores como uma provocação e uma falta de respeito, especialmente considerando o estatuto do Fluminense, que proíbe o uso de vestimentas de clubes adversários nas dependências sociais. Comentários como “Que instituição desgraçada é o Flamengo. Nem em um velório os caras conseguem ser decentes” e “Falta de respeito” viralizaram, demonstrando o descontentamento.
Diferentes Perspectivas
Em contraponto, uma parcela dos torcedores e o próprio jornalista Pedro Paulo Catonho, do Coluna do Fla, defenderam Bap. Argumentam que Paulo Angioni teve um papel relevante no Flamengo nos anos 90, e que a vestimenta do presidente seria uma forma de homenagear o cartola. A declaração de Bap em entrevista à ‘FluminenseTV’ também reforçou essa visão: “É um momento muito difícil. Hoje não tem Flamengo, não tem Fluminense… Hoje é todo mundo Paulo.”
O episódio evidencia a intensa rivalidade entre os clubes cariocas, que muitas vezes transcende as quatro linhas e gera debates acalorados, mesmo em momentos de luto e homenagem. A situação reacende a discussão sobre os limites da rivalidade e o respeito em eventos de caráter mais solene.












