A Texaco acionou o Flamengo judicialmente alegando violação de exclusividade após o anúncio da Lubrax como nova patrocinadora do clube, pedindo indenização milionária na justiça.
O Flamengo vive um momento de instabilidade jurídica nos bastidores após o anúncio de sua nova parceria com a Lubrax. A empresa Texaco, antiga patrocinadora do Rubro-Negro, ingressou com uma ação na Justiça questionando os termos da rescisão contratual e exigindo uma indenização de R$ 1,5 milhão. Segundo a marca, o clube teria desrespeitado a cláusula de exclusividade ao fechar com a nova fornecedora antes do encerramento oficial do vínculo anterior.
A disputa, que ganhou repercussão após ser revelada pelo jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo, expõe divergências contratuais importantes. Enquanto o clube carioca buscava renovar seu quadro de patrocínios, a empresa alega prejuízos por conta da transição repentina entre as marcas.
O embate pela exclusividade
O conflito tem como base o contrato original, que previa exclusividade entre janeiro de 2025 e dezembro de 2026. Em junho, o Flamengo notificou a Texaco sobre o encerramento do vínculo, utilizando um aviso prévio de 90 dias. Contudo, a assinatura com a Lubrax, realizada em julho, é vista pela empresa como uma infração direta.
A companhia alega que o Rubro-Negro desrespeitou uma cláusula de exclusividade ao fechar o novo acordo antes do fim do contrato anterior.
Pedidos e decisões judiciais
Além do valor indenizatório, a Texaco solicitou a suspensão dos dois últimos pagamentos previstos no contrato original, que totalizariam R$ 800 mil. A empresa também tentou, sem sucesso, a retirada imediata de sua marca dos ativos do Mais Querido.
Até o presente momento, a Justiça negou os pedidos de tutela de urgência apresentados pela companhia. Para a Equipe M360, o caso ainda está longe de um desfecho definitivo, uma vez que o mérito da causa, que discute a efetiva quebra de contrato, ainda não foi apreciado pelos magistrados.
A defesa rubro-negra
O Flamengo mantém uma postura defensiva, argumentando que a interpretação das cláusulas rescisórias deve considerar o período integral do aviso prévio. Para o clube, o anúncio da Lubrax não configura quebra de contrato, mas sim um movimento estratégico dentro do prazo de transição estabelecido.
Enquanto a batalha jurídica segue nos tribunais, a Lubrax continua estampando o uniforme de treino e aquecimento do elenco. O desfecho desta disputa será fundamental para as próximas estratégias comerciais do Rubro-Negro, que segue focado na temporada e nos desafios dentro das quatro linhas. Para mais notícias de bastidores, acompanhe a Equipe M360.















