Marcos Braz critica arbitragem do Mundial de Clubes e defende De La Cruz
O ex-vice-presidente do Flamengo, Marcos Braz, voltou a comentar a atuação da arbitragem no Mundial de Clubes de 2023, que resultou na eliminação do time na semifinal contra o Al-Hilal. Braz classificou o árbitro como “ladrão e vagabundo”, alegando que o profissional estava “mandado” e que o resultado foi prejudicado pelas decisões em campo, incluindo duas penalidades controversas marcadas a favor da equipe saudita.
“O romeno é ladrão, vagabundo e foi lá para roubar o Flamengo!”, declarou Braz, relembrando que o árbitro teria atuado na Arábia Saudita anteriormente. Ele criticou a postura do juiz após a partida, insinuando que ele não se importava com as reclamações, pois o resultado já estava decidido.
O Flamengo, que havia conquistado a Libertadores de 2022, enfrentou o torneio sob o comando de Vitor Pereira, após a saída de Dorival Júnior, e terminou em terceiro lugar.
Além de rebater as críticas sobre a arbitragem, Marcos Braz defendeu o meia De La Cruz, alvo de questionamentos por desfalques por lesão. Braz ressaltou que o jogador foi recomendado pela comissão técnica e teve importância nas conquistas de 2024, como o Campeonato Estadual e a Copa do Brasil. Ele afirmou que a contratação seguiu o mesmo processo de outros atletas e que o desempenho do uruguaio não pode ser considerado um erro técnico ou esportivo.
O jornalista João Vítor Reis, do Coluna do Fla, opinou que Braz deveria ter se pronunciado na época dos fatos, criticando a substituição de Dorival Júnior por Vitor Pereira, que ele considera um retrocesso. A declaração de Braz reacende o debate sobre a participação do Flamengo no Mundial de Clubes e as decisões que impactaram o desempenho da equipe.














