Marcão assume o Fluminense em momento delicado, com foco na Libertadores e na recuperação do time.
O Fluminense mais uma vez deposita suas esperanças em Marcão. O auxiliar técnico assume o comando interinamente em um período de crise profunda para o clube, que acumula uma sequência de oito jogos sem vitórias, com sete empates e uma derrota. A principal missão do treinador é tirar a equipe da má fase e garantir a classificação para as quartas de final da Copa Libertadores da América.
A estreia de Marcão acontece já neste sábado, contra o Palmeiras, no Maracanã, em partida válida pela 23ª rodada do Campeonato Brasileiro. Este confronto representa a primeira oportunidade para encerrar a incômoda sequência negativa e dar um novo ânimo ao elenco.
Além da crise no Brasileirão, o treinador terá a responsabilidade de comandar o time na decisiva partida pela Libertadores, contra o Independiente Rivadavia, na próxima terça-feira, em Mendoza. Uma vitória simples garante a vaga nas quartas, enquanto um empate leva a decisão para os pênaltis.
Recuperação e Novos Rumos
Outro desafio importante para Marcão é resgatar a confiança e o bom futebol de jogadores que não atravessam boa fase. A gestão anterior, sob o comando de Zubeldía, não obteve sucesso em revitalizar o desempenho de atletas importantes.
A expectativa é que as novas ideias e a abordagem do interino possam reacender o potencial de nomes como Arana, Hulk, Lucho Acosta e Savarino.
Caso os resultados das próximas partidas sejam positivos, há a possibilidade de Marcão ter seu trabalho à frente do time estendido. Nesse cenário, o treinador também terá a tarefa de reintegrar com mais força a promissora base do clube, conhecida como Xerém, ao elenco profissional.
Nos últimos tempos, a integração tem sido limitada, com poucos jovens ganhando minutos significativos na equipe principal.
O confronto contra o Palmeiras é visto como um laboratório, pois a tendência é que a equipe seja poupada de alguns titulares visando o jogo decisivo da Libertadores. Essa estratégia pode permitir a Marcão testar formações e jogadores, buscando as melhores opções para as batalhas que se aproximam.
As palavras do auxiliar em coletiva reforçaram o momento de união:
Precisamos remar juntos. O Fluminense é maior que qualquer um, e agora é hora de mostrar a força do grupo.










