O Manchester City manteve sua postura rígida nas negociações e recusou a segunda investida do Barcelona pelo volante Rodri, sinalizando que não pretende facilitar a saída do atleta.
A novela envolvendo a transferência de Rodri para o Barcelona ganhou um novo capítulo nesta semana. O Manchester City, liderado estrategicamente pelo técnico Enzo Maresca, rejeitou formalmente a segunda proposta oficial enviada pelo clube catalão. Apesar de o Barcelona ter elevado os valores em relação à primeira tentativa, os números ainda estão distantes das expectativas dos ingleses.
Para liberar um de seus pilares no meio-campo, a diretoria dos Citizens estabeleceu um patamar financeiro claro: o clube exige um valor fixo entre 70 milhões e 80 milhões de euros. A oferta mais recente dos espanhóis, que girava em torno de 55 a 60 milhões de euros garantidos — podendo chegar a 65 milhões com metas estabelecidas —, foi considerada insuficiente para abrir negociações mais aprofundadas.
O impasse financeiro
O hiato entre a oferta do Barcelona e a pedida do Manchester City demonstra a complexidade da transação nesta janela de transferências. Enquanto o time blaugrana busca viabilizar a contratação por um custo mais acessível, o clube de Manchester adota uma postura de “jogo duro”, ciente da importância técnica de Rodri para o esquema tático da equipe.
“A insistência do Barcelona em tentar reduzir os custos da operação esbarra na valorização que o Manchester City dá ao seu elenco. Os ingleses não estão dispostos a ceder em valores que consideram abaixo do mercado para um jogador de elite”, avalia a Equipe M360.
Interesse em Enzo Fernández
Um dos motivos por trás da exigência de um valor vultoso pelo volante espanhol é o desejo do clube em renovar o setor. O Manchester City mantém o monitoramento sobre Enzo Fernández, atualmente no Chelsea. Como o clube londrino pede cifras na casa dos 120 milhões de libras pelo argentino, a diretoria dos Citizens entende que precisa maximizar o lucro com as vendas atuais para financiar seus alvos no mercado.
Futuro do jogador
Apesar da resistência dos ingleses, o próprio Rodri já sinalizou positivamente para uma mudança de ares. O meio-campista de 30 anos tem vínculo contratual válido até 2027, o que dá ao Manchester City alguma segurança jurídica, mas o interesse do atleta em vestir a camisa do Barcelona adiciona uma camada extra de pressão nos bastidores.
O retorno do jogador às atividades no Etihad Stadium, marcado para esta sexta-feira (14), deve ser o termômetro para os próximos passos. Com as negociações em um impasse claro, o Barcelona precisará decidir se voltará à carga com uma terceira proposta ou se buscará outras alternativas no mercado para reforçar o seu meio-campo, informa a Equipe M360.















