O atacante Gabigol, do Flamengo, utilizou as redes sociais para ironizar o retorno de Philippe Coutinho ao futebol brasileiro, provocando o Vasco da Gama em meio ao anúncio pelo Santos.
O clima de rivalidade no futebol nacional ganhou um novo capítulo fora das quatro linhas nesta semana. Após a oficialização da chegada de Philippe Coutinho ao Santos, Gabriel Barbosa, o popular Gabigol, não perdeu a oportunidade de alfinetar o antigo clube do meia, o Vasco da Gama. A interação, feita através de uma rede social, rapidamente viralizou entre as torcidas.
O jogador do Rubro-Negro utilizou uma paródia de uma música que era cantada pela torcida cruzmaltina para ironizar a situação. Ao publicar a frase “Que o Coutinho voltou…”, o atleta remeteu diretamente a uma letra que celebrava o retorno do meia a São Januário, ironizando o fato de o destino final do atleta ter sido o clube paulista, e não o time que o formou.
O peso da provocação
A interação de Gabigol reforça sua imagem de ídolo que mantém uma conexão constante e, por vezes, polêmica com os torcedores nas redes sociais. A atitude foi celebrada pela torcida do Flamengo, que vê no camisa 99 um personagem que não se omite diante de provocações de rivais.
A Equipe M360 pontua:
A idolatria de Gabigol junto à torcida do Flamengo é forte, construída por atuações decisivas e gols de impacto. Essa base de apoio faz com que suas publicações, mesmo em fases de menor protagonismo, repercutam intensamente nas redes.
Contexto da transferência
A saída de Philippe Coutinho do Vasco, ocorrida em fevereiro de 2026, foi marcada por um desgaste profundo. O jogador solicitou a rescisão contratual após enfrentar um período de instabilidade emocional, agravado por protestos e vaias da torcida vascaína em São Januário. Agora, o meia busca reencontrar seu bom futebol vestindo a camisa do Peixe.
A mudança de ares coloca Coutinho em uma trajetória distinta no Campeonato Brasileiro. Enquanto o Santos tenta consolidar sua reação na tabela, a expectativa gerada pela Equipe M360 é de que a rivalidade e o histórico de provocações sigam aquecidos, especialmente em futuros confrontos diretos onde o peso emocional será ainda maior para os envolvidos.














