sexta-feira, julho 24, 2026

França lidera exportação de atletas para a Copa, Brasil fica em 13º

França lidera exportação de atletas para a Copa, Brasil fica em 13º
Crédito: Montagem: Cesar Greco/Palmeiras; Franck Fife/AFP | Jogadores como Maurício, Olise e Guéla Doué exemplificam a tendência de atletas atuando por seleções diferentes de seus países de origem na Copa do Mundo de 2026.
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França no topo da lista de “exportadoras” de craques; Brasil aparece em 13º na Copa 2026.

A Copa do Mundo de 2026, que será sediada em conjunto por Canadá, Estados Unidos e México, promete ser palco de um fenômeno cada vez mais presente no futebol global: a representação de países por jogadores que não nasceram em seu território. Nesse cenário, a França se destaca de forma impressionante, liderando disparada a lista de nações que mais “exportam” talentos para outras seleções. Um total de 76 jogadores nascidos em solo francês defenderão outras bandeiras no mundial.

A magnitude desse número coloca a França em uma categoria à parte. Para se ter uma ideia, a Holanda aparece em segundo lugar, com 42 atletas, seguida de perto por Alemanha e Inglaterra, ambas com 23 jogadores cada. Esses dados revelam uma tendência clara de globalização e mobilidade no futebol de elite, onde a qualidade técnica transcende as fronteiras nacionais.

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O Fenômeno da Naturalização Cresce na Copa do Mundo

O processo de naturalização e representação de diferentes nações por jogadores é um dos traços mais marcantes da Copa do Mundo de 2026. Ao todo, 254 atletas que nasceram em um país defenderão outra seleção, um aumento expressivo de 85% em relação aos 137 registrados na edição de 2022, no Catar.

Na América do Sul, a Argentina lidera este ranking de exportação, com seis jogadores nascidos em seu território atuando por outras seleções. O Brasil, apesar de sua vasta tradição no futebol, ocupa a 13ª posição geral, com três atletas em situações semelhantes. Entre eles, estão o meio-campista Maurício, que trocou o Palmeiras pela seleção paraguaia, o lateral Matheus Nunes, convocado por Portugal, e Lucas Mendes, que defenderá o Catar.

A Holanda também se destaca neste aspecto, sendo a principal fornecedora de jogadores para a seleção de Curaçao, com 25 dos 26 atletas convocados nascidos no país europeu. Essa diversidade de origens reforça a ideia de que o futebol moderno é cada vez mais um esporte sem fronteiras, onde o talento pode surgir em qualquer canto do mundo e encontrar seu caminho para brilhar nos maiores palcos do esporte.

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