O Flamengo, através do Consórcio Maracanã, vetou o pedido do Vasco para utilizar o estádio na semifinal da Sul-Americana contra o Boca Juniors, alegando preservação do gramado.
A disputa nos bastidores do futebol carioca ganhou um novo capítulo.
O Vasco da Gama manifestou o desejo de mandar seu confronto decisivo contra o Boca Juniors, pela Copa Sul-Americana, no Maracanã.
No entanto, o Flamengo, que integra o consórcio gestor do estádio, negou prontamente a solicitação, forçando o clube cruzmaltino a buscar alternativas ou recorrer à via judicial.
A negativa rubro-negra é fundamentada na integridade física do campo.
O estádio, que é palco de eventos de alta carga, como a partida da NFL marcada para o próximo dia 27, passa por um período crítico de conservação.
O Flamengo prioriza a qualidade da grama para seus próprios compromissos, especificamente para a semifinal da Libertadores contra o Estudiantes.
Preservação do gramado é o principal entrave
A administração do Maracanã teme que o uso intensivo comprometa o trabalho de recuperação, que inclui a aplicação de tecnologias como fibras sintéticas.
Segundo apuração da Equipe M360, o curto intervalo entre os eventos inviabilizaria o palco para os duelos continentais que se aproximam no calendário.
Uma fonte ligada ao clube rubro-negro teria pontuado sobre a decisão definitiva do consórcio:
O Vasco não vai disputar o embate com o Boca Juniors no Maracanã.
Consequências para o calendário
O embate entre Vasco e Boca Juniors está previsto para 20 de outubro.
Sem o “Templo do Futebol” à disposição, a diretoria vascaína terá que definir rapidamente um novo local, enquanto o Flamengo mantém o foco total em seus desafios pelo Campeonato Brasileiro e na reta final da Libertadores.
A tensão entre os rivais, agora, transita da esfera esportiva para a administrativa e, possivelmente, jurídica.








