O multicampeão Filipe Luís está de malas prontas para a Europa: o treinador brasileiro firmou contrato para assumir o Monaco após a conclusão da Copa do Mundo de 2026.
O mercado europeu voltou seus olhos para o talento brasileiro, e o nome da vez é o de Filipe Luís. Após uma trajetória marcada por glórias e momentos de superação no comando do Flamengo, o ex-lateral agora se prepara para o maior desafio de sua carreira como treinador: liderar o tradicional Monaco, da França, a partir da temporada 2026/27.
A informação, confirmada pelo conceituado jornal francês L’Équipe, aponta que o acerto foi selado nesta quinta-feira, dia 28. O projeto, liderado pelo diretor esportivo Thiago Scuro, visa uma renovação profunda no elenco francês, que finalizou a última edição da Ligue 1 na sétima posição e buscará dias melhores na disputa da Conference League.
Um novo capítulo no Principado
O cargo estava sendo ocupado anteriormente por Sébastien Pocognoli. A chegada de Filipe Luís ao Monaco não é apenas uma aposta técnica, mas um reconhecimento do trabalho desenvolvido pelo brasileiro, que já figurava no radar de gigantes como Chelsea e Bayer Leverkusen antes de oficializar o vínculo com o clube francês.
A transição estratégica entre o trabalho consolidado no Brasil e a exigente realidade do futebol europeu coloca o treinador em um patamar de destaque internacional
Legado rubro-negro e o desafio francês
No Flamengo, Filipe Luís deixou uma marca inegável. Sua ascensão meteórica, saindo das categorias de base para a conquista da Copa do Brasil em 2024, foi seguida por um período dourado com os títulos da Libertadores, Brasileirão, Campeonato Carioca e Supercopa Rei.
Mesmo após um fim de ciclo traumático, marcado por derrotas na Supercopa Rei e na Recopa Sul-Americana que culminaram em sua saída, o prestígio do técnico permanece intacto. Agora, ele sucede o projeto que conta com Leonardo Jardim no comando interino, levando consigo a experiência de quem viveu o ápice e a pressão do futebol sul-americano.
A expectativa é que Filipe Luís imprima no Monaco o mesmo estilo ofensivo e a mentalidade vencedora que o definiram enquanto atleta e, posteriormente, como comandante. O torcedor agora aguarda para ver como a filosofia de “Raça, Amor e Paixão” se adaptará ao gramado do Stade Louis II.









