Claudinho reforça que o Zenit barrou sua ida para o Flamengo, detalhando os bastidores da negociação frustrada que quase mudou os rumos do futebol sul-americano.
A novela envolvendo a possível transferência do meia Claudinho para o Flamengo ganhou novos capítulos após declarações do próprio atleta. Atualmente defendendo o Al-Sadd, do Catar, o jogador voltou a apontar o Zenit, da Rússia, como o principal obstáculo para o seu retorno ao futebol brasileiro.
O atleta confirmou que as bases salariais e o acordo com a diretoria rubro-negra estavam praticamente finalizados. Contudo, a resistência da cúpula russa em negociar o passe pesou decisivamente para o encerramento das tratativas, frustrando os planos da equipe carioca de reforçar o meio-campo com o talento brasileiro.
Os Bastidores da Negociação Frustrada
As tentativas do Flamengo para contar com o armador se estenderam por diferentes janelas de transferências. O momento mais agudo ocorreu em meados de 2024, quando a diretoria comandada pelo então presidente Rodolfo Landim chegou a dar o acordo como iminente, com direito a material de anúncio já produzido nos bastidores da Gávea.
Apesar do acerto verbal inicial, o clube europeu recuou de última hora e optou por estender o vínculo do atleta até meados de 2028. Diante do impasse, o departamento de futebol redirecionou o foco e investiu na contratação do argentino Carlos Alcaraz, que pertencia ao Southampton, transformando-se na transação mais custosa da história do clube naquele momento.
Claudinho afirmou:
O Zenit não liberou. Estava querendo sair, voltar para o Brasil, estava quase dando tudo certo, mas o Zenit não quis liberar. Eu já estava certo praticamente com o Flamengo, mas não quiseram liberar.
Novos Rumos na Carreira e Cenário Futuro
A saída definitiva do futebol russo só ocorreu em janeiro de 2025, quando o Al-Sadd adquiriu os direitos do jogador. Antes do desfecho com o futebol catariano, equipes como o Palmeiras também tentaram repatriar o meia, sem sucesso diante das exigências financeiras dos russos.
Com contrato válido com a equipe do Oriente Médio até 2029, Claudinho segue monitorado pelo mercado nacional. Recentemente, equipes como o Santos, clube formador do atleta, sondaram a possibilidade de um empréstimo, mantendo viva a expectativa de um eventual retorno ao Brasil em temporadas futuras.












