Bruno Henrique acumula marcas históricas com a camisa do Flamengo, destacando-se como um dos maiores ídolos recentes do clube carioca.
A trajetória de Bruno Henrique no Flamengo é marcada por conquistas expressivas e identificação imediata com a torcida rubro-negra. Desde sua chegada em 2019, o atacante construiu uma história repleta de momentos decisivos, tornando-se peça fundamental na era mais vitoriosa do clube no século.
Apelidado carinhosamente pela torcida como Rei da América e Rei dos Clássicos, o camisa 27 superou expectativas e se consolidou como uma referência técnica. Com vínculo válido até o final de 2027, o jogador continua escrevendo seu nome na história do Mais Querido.
Desempenho em campo
Gols e assistências do camisa 27
Os números acumulados por Bruno Henrique pelo Flamengo impressionam pela eficiência ofensiva. Ao longo de 379 partidas disputadas, o atacante balançou as redes adversárias em 119 oportunidades.
Além da veia artilheira, o atleta também contribuiu com 62 passes para gols de companheiros. No total, o ídolo rubro-negro soma 181 participações diretas em tentos pela equipe carioca, mantendo média alta de produtividade.
Colecionador de troféus
Recorde de taças pelo clube
O sucesso do atleta no Rio de Janeiro não se resume apenas a estatísticas individuais, mas também a uma galeria invejável de troféus. Ao lado de Arrascaeta, Bruno Henrique divide o posto de jogador com mais títulos na história do Flamengo.
A dupla levantou 18 taças vestindo o Manto Sagrado. Entre as principais conquistas estão três edições da Copa Libertadores da América, três Campeonatos Brasileiros e duas Copas do Brasil, além de estaduais e supercopas.
Próximos passos e homenagens
O impacto de Bruno Henrique na instituição transcende o campo de jogo e será eternizado na sede social da Gávea. O clube planeja inaugurar bustos em homenagem ao atacante e ao meia Arrascaeta.
A equipe se prepara agora para os próximos compromissos da temporada, onde o experiente camisa 27 seguirá como líder do elenco na busca por novas taças e na manutenção da hegemonia nacional e continental.












