A seleção brasileira evitou uma derrota frustrante diante da Austrália, mas a atuação abaixo da média rendeu notas baixas para Vini Jr. e o técnico Carlo Ancelotti.
A seleção brasileira iniciou o pós-Copa do Mundo sob alerta. Em amistoso disputado nesta sexta-feira, o time comandado por Carlo Ancelotti não conseguiu se impor diante de um adversário modesto e apenas empatou em 1 a 1 com a Austrália.
O resultado, que só veio nos minutos finais, escancarou fragilidades táticas evidentes.
A partida marcou o pior desempenho da equipe sob a gestão do treinador italiano.
Mesmo com uma base de remanescentes e a entrada de nomes como Matheuzinho e Vitor Reis, o Brasil demonstrou falta de coesão, sofrendo com um desajuste crônico no meio-campo que comprometeu a fluidez do jogo.
Destaques negativos e o revés tático
O desempenho individual de Vini Jr. chamou a atenção negativamente. O atacante teve uma atuação apagada, errando a maior parte das jogadas em que participou e aparentando falta de foco, o que refletiu em uma nota baixa (3,0).
No banco, Carlo Ancelotti também foi alvo de críticas pela insistência em um esquema com quatro atacantes, que gerou um vazio no setor de criação e facilitou a vida da defesa australiana.
A Equipe M360 pontuou:
A seleção fez seu pior jogo sob o comando do italiano e por pouco não passou um vexame em Townsville.
A falta de controle da partida deixou claro que o novo ciclo da Canarinho ainda exige muitos ajustes.
Avaliações dos jogadores
Apesar das dificuldades coletivas, alguns nomes tentaram equilibrar a balança. Raphinha, eleito o melhor em campo (6,5), tentou articular as ações ofensivas e foi o autor da assistência para Rayan, que entrou bem e salvou o Brasil da derrota.
- Hugo Souza (4,0): Inseguro nas bolas paradas e na saída de gol.
- Endrick (4,0): Isolado e prejudicado pela falta de ritmo e pelo sistema tático.
- Bruno Guimarães (5,5): Cresceu durante o confronto após um início hesitante.
- Estêvão (6,0): Mostrou perigo constante, mesmo ainda buscando entrosamento.
Com o empate amargo, o Brasil segue em busca de uma identidade definida.
A pressão sobre a comissão técnica aumenta, e os próximos compromissos da seleção brasileira servirão como testes cruciais para validar a manutenção do esquema tático adotado ou exigir mudanças drásticas para a sequência da temporada.








