A Federação Argelina oficializa protesto na FIFA contra a arbitragem de Szymon Marciniak, alegando prejuízos graves em lances capitais durante o duelo contra a Argentina.
O ambiente nos bastidores da Copa do Mundo ferve. A Federação Argelina de Futebol não engoliu a arbitragem da partida contra a Argentina e decidiu levar o caso às instâncias máximas da FIFA. O foco das reclamações recai sobre o juiz polonês Szymon Marciniak, acusado de ignorar lances que poderiam ter alterado drasticamente o destino do confronto.
A sensação entre a delegação africana é de revolta diante da disparidade nos critérios aplicados. Enquanto a Albiceleste celebrava o brilho de Lionel Messi, do outro lado, a equipe argelina se sentia acuada por decisões controversas que, segundo os dirigentes, desequilibraram o campo em favor dos sul-americanos.
Polêmicas no centro das atenções
O principal foco da queixa diz respeito à proteção ao camisa 10 argentino. Em um lance ainda no primeiro tempo, Lionel Messi atingiu a panturrilha de Aissa Mandi com as travas da chuteira. Para a Argélia, o cartão amarelo aplicado por Szymon Marciniak foi insuficiente, e o VAR deveria ter sido acionado para uma possível expulsão.
Outro momento de tensão envolveu Mac Allister. O meio-campista argentino teria desferido uma cotovelada em Ibrahim Maza, mas passou ileso por qualquer punição disciplinar.
“A insistência em ignorar infrações claras de jogadores da Argentina em lances decisivos levanta sérias questões sobre a imparcialidade do quadro de arbitragem no torneio”, relataram fontes ligadas ao descontentamento da federação.
O brilho de Messi e o peso da derrota
Embora a reclamação ganhe os holofotes, o campo narrou uma história de domínio técnico de Lionel Messi. O craque não só marcou um hat-trick, como também alcançou a histórica marca de Miroslav Klose, tornando-se um dos maiores artilheiros da história dos Mundiais. A Argentina, mesmo sob o foco das críticas, mostrou força ofensiva, com o goleiro Luca Zidane sendo exigido diversas vezes.
Agora, resta saber como a FIFA reagirá a este protesto formal. Para a Argélia, a luta é por justiça e respeito ao trabalho de um elenco que se sentiu negligenciado em um palco tão importante. O torneio segue, e a polêmica promete ecoar nos próximos compromissos das seleções, aumentando a pressão sobre os árbitros escalados para os jogos decisivos que virão.










