O Goiás endureceu a negociação e recusou o empréstimo de Diego Caito ao Grêmio. Agora, o clube goiano exige o pagamento da multa rescisória para liberar o atleta.
A movimentação nos bastidores do mercado da bola segue intensa para o Grêmio. Após tentar viabilizar a chegada do lateral-direito Diego Caito por meio de um empréstimo, o Tricolor esbarrou na negativa do Goiás. O clube do Centro-Oeste, ciente do potencial de seu jogador de 22 anos, decidiu que só aceita negociar a saída em definitivo.
Exigência milionária pelo atleta
A diretoria do clube goiano adotou uma postura rígida em relação ao futuro de Caito, que possui vínculo vigente até 2028. Embora o valor de mercado estimado do lateral gire em torno de R$ 10 milhões, o Goiás não pretende facilitar a liberação e estipulou a multa rescisória nacional como referência para qualquer investida: um montante próximo aos R$ 100 milhões.
Além das cifras elevadas, o cenário atual descarta qualquer tentativa do Grêmio de envolver outros jogadores em uma possível troca para abater o custo da contratação.
Próximos passos do Tricolor
Diante desse panorama, a cúpula gremista avalia cuidadosamente se avançará para uma proposta de compra ou se buscará alternativas no mercado para reforçar o setor lateral. O clube gaúcho monitora outras opções, ciente de que as exigências do Goiás tornam a operação complexa.
Vale ressaltar que, apesar das especulações envolvendo o interesse do Al-Nassr, da Arábia Saudita, o Goiás garante que, até o momento, o Grêmio foi o único clube a realizar uma sondagem oficial pelo jogador. Diego Caito, que atua profissionalmente desde 2024, acumula 78 partidas, somando três gols e seis assistências na carreira. Na temporada atual, o ala já soma 25 jogos, com dois tentos marcados e três passes para gol, números que justificam a valorização imposta pela equipe goiana.










