O presidente da Conmebol, Alejandro Domínguez, lançou um desafio público a Lionel Messi: disputar a Copa Libertadores, o troféu que ainda falta na vasta galeria do craque argentino.
A despedida de Lionel Messi da seleção argentina foi marcada por uma atuação de gala e um convite inusitado. Durante a cerimônia no estádio Monumental, em Buenos Aires, o presidente da Confederação Sul-Americana de Futebol, Alejandro Domínguez, instigou o jogador a completar seu currículo vitorioso participando do maior torneio de clubes do continente.
O momento ganhou destaque nas redes sociais, reacendendo debates sobre a possibilidade de um retorno do astro ao futebol sul-americano. Embora o camisa 10 tenha recebido a proposta com um sorriso, não houve uma resposta imediata sobre um possível movimento rumo à Libertadores.
Um vazio na prateleira de troféus
Ao longo de mais de duas décadas de carreira profissional, Messi empilhou taças, com destaque para quatro edições da UEFA Champions League pelo Barcelona. Contudo, a ausência da Libertadores é um ponto curioso em sua trajetória, já que o atleta construiu sua história quase inteiramente em solo europeu antes de seguir para os Estados Unidos.
Atualmente vinculado ao Inter Miami, da MLS, o atacante mantém um contrato vigente até o final de 2028. A logística para uma eventual incursão no torneio continental exigiria uma mudança significativa em seu planejamento esportivo, algo que o dirigente da entidade sul-americana parece disposto a incentivar.
O dirigente afirmou:
Creio que a única coisa que lhe falta é jogar a Libertadores. Você aceita o desafio?
O fator emocional e o futuro
Domínguez chegou a mencionar o Newell’s Old Boys, clube do coração de Messi em Rosário, como um destino simbólico para essa possível aventura. No entanto, a viabilidade técnica desse cenário depende inteiramente do desempenho da equipe argentina em competições locais, requisito fundamental para garantir uma vaga na disputa sul-americana.
A noite de despedida no Monumental, que contou com uma vitória por 3 a 0 sobre Benin, serviu como o ápice de uma trajetória de 208 partidas e 126 gols pela Seleção Argentina. Com o encerramento do ciclo internacional, o foco de Messi se volta inteiramente aos desafios nos Estados Unidos, enquanto a torcida sul-americana nutre a esperança remota de ver o maior jogador de sua geração brilhando, ainda que por um breve período, nos gramados da América do Sul.








