A Seleção Uruguaia inicia um novo ciclo com Diego Forlán no comando técnico. O ídolo assume a equipe de forma interina após a saída de Marcelo Bielsa.
O futebol uruguaio vive um momento de renovação profunda. Após uma trajetória aquém do esperado na Copa do Mundo de 2026, a Associação Uruguaia de Futebol (AUF) oficializou a saída de Marcelo Bielsa e, quase que instantaneamente, encontrou em um de seus maiores ídolos a solução para o comando técnico: Diego Forlán.
A escolha de Forlán, que carrega a mística da camisa celeste, traz um novo fôlego à torcida. O ex-atacante, com passagem marcante pelo Internacional, aceitou o desafio de liderar a equipe em um período de transição política dentro da entidade máxima do futebol no país.
A transição de comando na Celeste
A decisão da AUF em optar por um modelo interino até março de 2027 é estratégica. Com eleições previstas para o final deste ano, a diretoria prefere que a escolha do próximo treinador fixo ocorra após a definição da nova gestão. Ignacio Alonso, presidente da entidade, reforçou que a parceria com o ex-jogador não é algo repentino.
“Em 2022, já havíamos conversado com o Diego para que ele participasse do projeto da seleção. Agora surgiu a oportunidade, e ele aceitou o desafio com muito entusiasmo”, afirmou o dirigente.
Desafios e responsabilidades de Forlán
Além da pressão natural de dirigir a seleção principal, Diego Forlán terá uma carga de trabalho intensa. O técnico será o responsável pelas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2030, além de uma série de amistosos que servirão para testar novas peças no elenco.
Forlán também terá um olhar atento às categorias de base, assumindo o comando da equipe Sub-20 para o Campeonato Sul-Americano, que ocorre em janeiro de 2027. Com passagens anteriores pelo Peñarol e pelo Atenas de San Carlos, o ídolo uruguaio busca agora consolidar sua carreira à beira do gramado, trazendo toda a sua bagagem vitoriosa para reconstruir a força da Celeste no cenário continental e mundial.









