Com foco na vulnerabilidade defensiva do adversário, a Seleção Brasileira prepara estratégia para explorar os flancos da Noruega em busca da vaga nas quartas de final da Copa do Mundo 2026.
A expectativa para o duelo das oitavas de final da Copa do Mundo só aumenta. No próximo domingo, às 17h (de Brasília), o Brasil terá um desafio complexo: conter o poderio ofensivo liderado por Erling Haaland e Martin Odegaard. Contudo, o técnico da Seleção Brasileira sabe que o caminho para a classificação passa pelo setor mais vulnerável dos europeus: a defesa.
Fragilidade defensiva em xeque
O desempenho defensivo da Noruega tem deixado a desejar no cenário internacional. Desde a Copa de 2022, a equipe sofreu 43 gols em 38 jogos, uma média consideravelmente superior à do Japão, que, em um recorte de 46 partidas, foi vazado apenas 30 vezes. Esse desequilíbrio ficou exposto na recente vitória por 2 a 1 sobre a Costa do Marfim, onde os africanos exploraram constantemente as brechas pelos lados do campo.
O trunfo de Vinicius Junior
A estratégia brasileira deve passar pelos pés de Vinicius Junior. Os problemas nas laterais são uma dor de cabeça constante para o técnico Staale Solbakken, especialmente com a dúvida sobre a condição física de Julian Ryerson, titular da posição.
“Vini Jr. já conhece bem o caminho das pedras contra Ryerson, tendo brilhado no duelo direto durante a final da Champions League 2023/2024, quando seus dribles na esquerda foram cruciais para o título do Real Madrid”, analisam especialistas.
Histórico de superação
O confronto entre Brasil e Noruega carrega um peso histórico. Curiosamente, a seleção norueguesa é a única que enfrentou o escrete canarinho mais de duas vezes sem nunca ter sido derrotada, acumulando duas vitórias e dois empates.
Quebrar esse tabu no momento decisivo da Copa 2026 será o grande objetivo. Com uma defesa que sofre para se organizar e laterais expostas, a Seleção Brasileira tem em mãos a oportunidade perfeita para ditar o ritmo da partida e avançar na competição, aproveitando a velocidade e a criatividade de seus atacantes para furar o bloqueio nórdico.












