A atuação da equipe de arbitragem liderada por Anderson Daronco e Rodolpho Toski Marques no confronto entre Flamengo e Santos gerou críticas contundentes por decisões que alteraram o rumo do campeonato.
A partida entre Flamengo e Santos, válida pela reta final do Campeonato Brasileiro, foi marcada por uma atuação polêmica da arbitragem que gerou revolta nos bastidores do clube carioca. O árbitro de campo Anderson Daronco e o responsável pelo VAR, Rodolpho Toski Marques, foram os protagonistas de um jogo definido por critérios inconsistentes e decisões que impactaram diretamente o resultado final.
A revolta rubro-negra começou ainda no primeiro tempo, após uma entrada violenta de Barreal em Carrascal. Apesar da força excessiva e do risco de lesão, a arbitragem optou apenas pelo cartão amarelo, ignorando a recomendação de expulsão que o lance exigia segundo os padrões internacionais de arbitragem. O cenário, contudo, agravou-se na etapa final.
O pênalti recorde e a desproporcionalidade
O ponto de maior tensão ocorreu quando o Flamengo foi punido com pênalti e a expulsão do jogador Jorginho após um toque de braço sem intenção. A checagem do VAR durou quase dez minutos, estabelecendo um recorde negativo de paralisação no torneio. A demora evidenciou a insegurança da equipe de arbitragem em campo, culminando em uma punição que retira o atleta do próximo compromisso decisivo da equipe.
Uma arbitragem cercada de incertezas não pode impor consequências tão severas a um clube e seu jogador em um momento decisivo da competição.
Estatísticas questionam o rigor da arbitragem
Os dados do Brasileirão reforçam o sentimento de indignação da diretoria flamenguista. Com 29 rodadas disputadas, o Flamengo aparece na 17ª posição no ranking de faltas cometidas, sendo uma das equipes mais disciplinadas da competição. No entanto, o clube figura como o segundo que mais recebeu cartões vermelhos, uma estatística que, segundo o clube, demonstra um desequilíbrio flagrante nas decisões dos juízes.
O ambiente de incerteza aumenta com a confirmação de que os mesmos profissionais estarão presentes no clássico entre Palmeiras e Corinthians. Com o Flamengo consolidado como uma potência global — sendo finalista ao prêmio de Melhor Clube do Mundo pela Ballon d’Or — a exigência por imparcialidade e profissionalismo na condução dos jogos torna-se uma pauta central. A manutenção de critérios questionáveis não apenas prejudica a disputa pelo título, mas também compromete a credibilidade do futebol brasileiro.








