Levantamento aponta que Vitória e Bahia praticam os preços de ingressos mais acessíveis do Brasileirão 2026, enquanto o Flamengo lidera o ranking dos bilhetes mais caros.
O acesso aos estádios de futebol no Brasil apresenta disparidades financeiras marcantes na temporada de 2026. Um levantamento detalhado das bilheterias revelou que os clubes baianos lideram o ranking dos ingressos mais populares da elite nacional.
Na liderança dos preços mais baixos, o Vitória registra um ticket médio de R$ 25,91 em seus jogos como mandante, seguido de perto pelo rival Bahia, com média de R$ 32,58. O cenário demonstra uma política de precificação voltada para atrair grandes públicos em Salvador.
Na outra ponta do espectro econômico, o Flamengo ostenta a entrada mais cara do futebol brasileiro, impulsionado pelo alto volume de arrecadação e enorme procura de sua torcida.
Contraste financeiro na Série A
Além da dupla Ba-Vi, o grupo das cinco equipes com entradas mais em conta no Campeonato Brasileiro traz o Botafogo (R$ 38,25), o Red Bull Bragantino (R$ 39,88) e o Mirassol (R$ 40,34).
Em contrapartida, o torcedor do Flamengo desembolsa em média R$ 88,07 por partida. Esse valor reflete o topo das estatísticas de público e receita do país. O Corinthians surge logo atrás na lista dos ingressos mais inflacionados, registrando uma média de R$ 74,11 por bilhete em seus domínios.
Picos e mínimos do futebol nacional
Quando analisados confrontos individuais na temporada, o valor mais baixo foi registrado no duelo entre Remo e Galvez, válido pela Copa Verde, onde o bilhete custou em média R$ 13,00. Na Copa Libertadores, o embate do Fluminense contra o La Guaira obteve ticket médio de R$ 13,94.
Por outro lado, o valor mais elevado cobrado em uma partida no Brasil em 2026 ocorreu no clássico entre Corinthians e Flamengo pela Supercopa do Brasil. Realizado em campo neutro, o evento registrou a marca expressiva de R$ 178,12 por torcedor.
Impacto na presença de público
A variação nos valores reforça as diferentes estratégias comerciais adotadas pelas diretorias para a gestão de receitas e lotação das arenas ao longo da competição nacional.
Para os próximos compromissos da Série A, a expectativa é de que o fluxo de público continue oscilando conforme a importância dos jogos e o apelo financeiro de cada praça esportiva, segundo análise da Equipe M360.








