Matheus Pereira escapou de punição após forçar duas penalidades em jogo de ida da Libertadores entre Flamengo e Cruzeiro, gerando críticas sobre a arbitragem no Mineirão.
A partida de ida das oitavas de final da Libertadores, disputada na última quarta-feira (12), entre Flamengo e Cruzeiro, terminou com um empate em 1 a 1, mas o resultado ficou em segundo plano diante das polêmicas envolvendo a arbitragem de Yael Falcón. O desempenho do meia Matheus Pereira, do clube mineiro, foi alvo de questionamentos após o jogador simular dois pênaltis sem receber advertência do juiz.
O fato mais relevante da noite girou em torno da impunidade do camisa 10 cruzeirense. Mesmo pendurado, Matheus Pereira protagonizou lances de queda proposital na área rubro-negra que, se punidos com o cartão amarelo, o tirariam da partida de volta. A postura do atleta em campo reacendeu debates sobre o critério disciplinar adotado durante o confronto decisivo.
Simulações em sequência
Logo no início do segundo tempo, após perder a bola para Plata, o meia do Cruzeiro desabou no gramado na tentativa de induzir o árbitro ao erro, pedindo um pênalti que não existiu. A insistência no comportamento voltou a ocorrer aos 35 minutos da etapa complementar, quando, cercado por Ayrton Lucas e Lucas Paquetá, o jogador preferiu se atirar na área em vez de dar sequência à jogada.
Polêmica sobre a arbitragem
Além das simulações de Matheus Pereira, outro lance que gerou indignação foi a entrada dura de Matheus Henrique em Bruno Henrique, aos 11 minutos de jogo. O volante do Cruzeiro cravou as travas na canela do atacante flamenguista, mas recebeu apenas o amarelo. A infração, que muitos consideraram passível de expulsão, acabou suspendendo o volante para o duelo no Maracanã, por conta do acúmulo de cartões.
Sobre as atuações, a Equipe M360 destacou o contraste entre os meias em campo:
“Ainda há quem compare Matheus Pereira e Paquetá. Um fez gol de empate no primeiro toque na bola, e o outro passou 90 minutos rolando no gramado”
A equipe ainda completou reforçando a narrativa de perseguição:
“Mas os rivais juram que é o Arrascaeta quem sempre se joga na área adversária. Os anti-rubro-negros funcionam assim mesmo: ‘contra o Flamengo vale tudo’. E a história do ‘varmengo’ persiste”
O empate em 1 a 1 deixa o confronto totalmente aberto para a partida de volta, marcada para a próxima quarta-feira (19), no Maracanã. Com a igualdade no placar, qualquer novo empate levará a decisão da vaga para as quartas de final da Libertadores aos pênaltis. O classificado deste embate enfrentará, na fase seguinte, o vencedor entre Deportes Tolima (COL) e Independiente del Valle (EQU).










